21 de dezembro de 2009 - 22:51
Hoje ele faria trinta anos. Vivera cada dia sem pensar no ontem nem no porvir. Talvez por isso mesmo alguns o chamavam de inconsequente, queriam `vê-lo crescer. Mas o menino que tanto gostava de sua infância, que tanto ria e fazia rir, que tanto sabia viver, esqueceu de crescer, pra ira dos que queriam o contrário. Ou talvez o tenha feito deliberadamente.
Ele me fora confidente, amigo, irmão... Por dez anos seguidos, fora aquele que soube me ouvir, me entender, me repreender, me corrigir... Amigo...