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Passando a língua

Discussão sobre livro didático só revela ignorância da grande imprensa

17 de maio de 2011 - 11:26

Marcos Bagno

Universidade de Brasília


Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.

1 ano sem Firmina

03 de maio de 2011 - 15:44

 

Hoje faz 1 ano que perdemos nossa querida amiga Firmina. Acordei cedinho e fiquei lembrando de todas as nossas brincadeiras, viagens, aventuras.

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A novela da UESPI em Picos

22 de fevereiro de 2011 - 18:10

 

Um dia, um adeus...

02 de novembro de 2010 - 00:18

CHEIRO

24 de outubro de 2010 - 23:27
CHEIRO
 
Encontro de folhas aveludadas
Cobertas de cores adocicadas
Incenso em beijo explode
Raio na pele escorre
Delírio na alcova
Sons divagam afora
Clarões cintilam vontades
Sem escudo, curvas, ansiedade

Dilma ou Serra? Para além da Casa Grande e da Senzala

19 de outubro de 2010 - 22:42
Com a iminência do segundo turno das eleições presidenciais de 2010 e, considerando a disputa acirrada entre dois projetos de governo, na condição de cidadão e ser político, não posso me furtar a também externar a minha opinião. Para tanto, reproduzo este artigo do Prof. Marcelo Ennes da Universidade Federal de Sergipe campus de Itabaiana, cujo teor e contexto social nos fazem lembrar, e muito, o campus de Picos, da Universidade Federal do Piauí.

O caçador de ossos

11 de julho de 2010 - 20:27

Existe o osso calcâneo, o osso compacto, o osso curto, o osso dérmico e o osso do quadril. Também existem os ossos pneumáticos, cheios de ar, que ajudam as aves a voar. Mas isso eu só vim aprender depois. Existe até o “osso de correr” ou como dizíamos na época, “o osso corredor”. Esse era o que eu mais gostava.

A primeira pessoa

10 de junho de 2010 - 11:48

No começo era eu. Só eu. Eu eu eu eu eu. Não existia nem a segunda pessoa do singular, porque eu não podia chamar Deus de "tu". Tinha que chamá-lo de "Senhor". Não existia "ele". Não existia "nós". Nem "vós". So existia eu. Eu, eu, eu, eu. Não é que eu fosse um egocêntrico. É que não havia alternativa.

Por que pesquiso sobre "discurso"?

08 de junho de 2010 - 19:10

O discurso é um tirano poderoso que, com um corpo microscópico e invisível, executa ações divinas. Consegue suprimir o medo e pôr termo à dor e despertar a alegria e intensificar a paixão. Os encantamentos inspirados pelas palavras levam ao prazer e libertam da dor. Na verdade, a força do encantamento, misturando-se com a opinião da alma, sedu-la, persuade-a e transforma-a por feitiçaria.

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Responsável: Editor-chefe Fábio Ferreira (DRT-PI 316/97) | E-mail: maisfoco@hotmail.com | Celular (89) 9908 7622