17 de maio de 2011 - 11:26
Marcos Bagno
Universidade de Brasília
Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.
03 de maio de 2011 - 15:44

Hoje faz 1 ano que perdemos nossa querida amiga Firmina. Acordei cedinho e fiquei lembrando de todas as nossas brincadeiras, viagens, aventuras.
24 de outubro de 2010 - 23:27
CHEIRO
Encontro de folhas aveludadas
Cobertas de cores adocicadas
Incenso em beijo explode
Raio na pele escorre
Delírio na alcova
Sons divagam afora
Clarões cintilam vontades
Sem escudo, curvas, ansiedade
11 de julho de 2010 - 20:27
Existe o osso calcâneo, o osso compacto, o osso curto, o osso dérmico e o osso do quadril. Também existem os ossos pneumáticos, cheios de ar, que ajudam as aves a voar. Mas isso eu só vim aprender depois. Existe até o “osso de correr” ou como dizíamos na época, “o osso corredor”. Esse era o que eu mais gostava.
10 de junho de 2010 - 11:48

No começo era eu. Só eu. Eu eu eu eu eu. Não existia nem a segunda pessoa do singular, porque eu não podia chamar Deus de "tu". Tinha que chamá-lo de "Senhor". Não existia "ele". Não existia "nós". Nem "vós". So existia eu. Eu, eu, eu, eu. Não é que eu fosse um egocêntrico. É que não havia alternativa.
08 de junho de 2010 - 19:10

O discurso é um tirano poderoso que, com um corpo microscópico e invisível, executa ações divinas. Consegue suprimir o medo e pôr termo à dor e despertar a alegria e intensificar a paixão. Os encantamentos inspirados pelas palavras levam ao prazer e libertam da dor. Na verdade, a força do encantamento, misturando-se com a opinião da alma, sedu-la, persuade-a e transforma-a por feitiçaria.