A gíria dos contrários
Blitz da polícia parou um malandro, metido a playboy e cheio de gíria.
Policial conhecedor de gíria foi logo falando:
– Mão na cabeça...
Malandro obedeceu e desceu do carro.
Policial: - Cadê a Eva?
Malandro: - Eva tava me botando chifre, botei logo fora de casa.
Policial - Quero saber do Jorge?
Malandro: - Meu cunhado, tava me roubando, dei as contas e mandei embora.
Policial – Que história é essa. Eu quero saber da coisa...
Malandro – As coisas estão indo boas.
Policial – Deixe de me fazer de trouxa. Eu estou perguntando pelo mato...
Malandro – Nós não estamos mais morando no mato, não. Nos mudamos para o centro da cidade.
Policial se cansou e mandou dar uma revista no carro do malandro. O resultado; um quilo de maconha.
Novo diálogo
Policial – Hei vagabundo, de quem é essa maconha?
Malandro – É sua. Foi você que achou. É o dono.
O menino e o doce
O pai incomodava demais o dono de uma lanchonete para dar água para seu filho.
Um dia o dono do estabelecimento se cansou, do mesmo pedido, sem retorno financeiro.
O dono- Porque você não compra um lanche para ele?
O pai – O menino não gosta de lanche. Não é meu filho?
O filho – Calado.
O dono – Porque não compra um pedaço de bolo?
O pai – O menino detesta bolo.
O filho – Permaneceu calado.
O dono – Porque não compra uma xícara de doce? Menino que bebe água desse jeito deve gostar de doce.
O pai – Pense num menino que não gosta de doce. Não é?
O filho – Pai disse que eu não gosto de doce. Já dei até a bunda por causa de doce.
Cheque e febre
Paciente chegou queimando de febre no hospital e lá não tinha médico – como sempre. Agoniado, pediu que chamasse um médico particular que ele pagaria pela consulta.
O médico chegou em menos de quinze minutos, naquela madrugada. Olhou o paciente, deu o diagnostico e receitou o que considerava suficiente para ele se recuperar.
A cobrança do serviço foi de R$ 400,00. O paciente emitiu um cheque e foi embora.
Com dez dias o médico ligou depois para o paciente:
Médico – Você é o paciente que me deu o cheque?
Paciente – Sou eu mesmo.
Médico – Você me tira de madrugada de casa e faz um negócio desses?
Paciente – O que foi
Médico - É que o cheque voltou sem fundos.
Paciente – A febre também voltou, doutor.
A perna e o litro
Bêbado acostumado a biritar e levar para casa mais bebida chegou num dia, pra lá de embriagado e pediu para o dono do bar para colocar o restante da cachaça num litro para terminar em casa.
No meio do caminho, tropeçou e caiu.
Ouviu só aquele barulho estranho da pancada.
- Tomara que tenha sido a perna!
O pediatra e o geriatra
O médico olhou para o paciente septuagenário e disse:
- Você entrou na fila errada.
O paciente não contou conversa:
- Não, doutor, eu tou na fila certa.
Médico – Essa é uma fila para consulta com o pediatra. Coisa de criança.
Paciente – Doutor, quando entrei nessa fila, o que o senhor acha que eu era?
Praga de cego com embolada
Um gaiato resolveu tirar onda com o ceguinho. Só jogando piada, todos os dias. Um dia o ceguinho se esgotou e jogou uma praga:
- Você está sorrindo de mim. Mas ainda lhe vejo cego, liso, sem nenhum vintém, pedindo esmola numa esquina, onde não passa ninguém. E se passar seja um cego pedindo esmolas também.
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