20 de outubro de 2009 - 11:06
Além de uma nova criação literária a brotar na seara das letras, esta Senda de Flores e Espinhos – obra memorialista de Adalberto Lima - conduz-me um reencontro de especial simbologia. O autor, um precioso amigo de juventude, partilhou comigo os passos iniciais de um ideal literário que, à época, se nos insinuava como porta para um planeta encantado cujo reino, na pureza da adolescência, sonhávamos descobrir e conquistar.