No começo era eu. Só eu. Eu eu eu eu eu. Não existia nem a segunda pessoa do singular, porque eu não podia chamar Deus de "tu". Tinha que chamá-lo de "Senhor". Não existia "ele". Não existia "nós". Nem "vós". So existia eu. Eu, eu, eu, eu. Não é que eu fosse um egocêntrico. É que não havia alternativa.